O termo Intraempreendedorismo vem do inglês “intrapreneur”, criado no ano de 1978 por Gifford Pinchot III, a partir da publicação de um artigo. A expressão é definida pela prática corporativa que incentiva os colaboradores a adotarem uma postura empreendedora dentro da empresa, estimulando sua proatividade, inovação e habilidades de gerir crises. Isso ajuda o trabalhador a pensar com liderança e se dedicar ainda mais, fortalecendo assim a empresa e o seu funcionamento.
Como funciona e importância
Esse método pode ser colocado de várias formas, criando um ambiente que seja propício à inovação. O potencial criativo do colaborador pode ser usado para gerar novas ideias, desenvolver novos processos, produtos e gerenciar problemas. Também pode ser uma ferramenta para as empresas que buscam se manter em alta em mercados altamente competitivos, como os de tecnologia e marketing, entre outros.
Um processo de inovação de uma empresa precisa ser feito de forma estratégica e cuidadosa. Caso contrário, pode trazer resultados desorganizados e indesejados. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período entre 2011 e 2014, houve um aumento de 3,7% na quantidade de empresas que implementaram inovações de produto e/ou processo. Por isso, o intraempreendedorismo se faz fundamental na colaboração com a organização.
Diferença entre empreendedorismo e intraempreendedorismo
Esses dois conceitos têm uma diferença pontual que se encontra em seu objetivo. O empreendedorismo tem um enfoque individual, já que o empreendedor desenvolve soluções em prol do seu próprio negócio, usa recursos próprios ou de terceiros para aprimorar sua atividade, cria sua própria dinâmica e estrutura, tendo controle total do ambiente e com maiores riscos de erros.
Já em um contexto intraempreendedor, a atividade é coletiva, baseada na colaboração. A equipe gera ideias para o crescimento da empresa, usando os recursos institucionais e dependendo exclusivamente da dinâmica e organização corporativa, com maior tolerância ao erro.