MENU

Turma de Biomedicina conhece fábrica de cachaça orgânica


às 15h32
Compartilhe:

image2Conhecer novas formas de manuseio de produtos químicos, buscando harmonia com a natureza e reduzindo os índices de impacto ambiental.

Este foi o objetivo da visita técnica que um grupo de alunos de Biomedicina realizou à fabrica da Cachaçaria Sanhaçu, no município de Chã Grande, distante cerca de 15 km da cidade de Gravatá, localizada na região da Zona da Mata.

O produto é a primeira cachaça orgânica certificada do estado, tendo recebido a comenda em 2008, quando passou a utilizar o sistema de manejo agroflorestal, que visa recuperar, manter e aumentar o nível de produtividade e favorecer a conservação dos recursos disponíveis.

Por conta do compromisso com o meio ambiente, a Sanhaçu recebeu em 2013 o Certificado de Carbono Zero.

Durante a fabricação da bebida, quase todos os resíduos são reaproveitados no próprio processo de produção da cachaça. Além disso, parte da energia utilizada na propriedade é proveniente de fontes renováveis, como: solar e eólica.

A atividade que reuniu estudantes do 6º período noite, de Biomedicina, fez parte das disciplinas de “Biotecnologia”, com ênfase na tecnologia dos alimentos , capitaneada pela profa. Diana Malta e “Análise Ambiental”, com destaque para o desenvolvimento sustentável no processo fabril, sob à tutela do prof. Carlos Eduardo.

image4Durante a visita, os futuros biomédicos acompanharam na prática iniciativas como: horta orgânica, agroflorestamento, produtos orgânicos, reutilização da água, reaproveitamento de resíduos, energia renovável e preservação ambiental.

“Os alunos mostraram-se bastante curiosos a respeito das etapas de produção da cachaça, desde a chegada da cana de açúcar na caldeira, a sala de fermentação e o despejo do líquido nos tachos para destilação. Em seguida, o passeio pelo sítio onde fica a fábrica, apresentou a área reflorestada mostrando o replantio de árvores de espécies nativas da região e a conscientização sobre a conservação ambiental”, finalizou o prof. Carlos Eduardo.

Compartilhe: