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Programa de mobilidade internacional gera empregos para estudantes da UNIT 

Alunos dos cursos de ADS e Psicologia compartilham como a experiência foi decisiva para a conquista de vagas em grandes empresas

às 15h46
Juliana Bispo
Juliana Bispo
Arnold Alves
Charles Bartolomeu
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O Programa de Mobilidade Acadêmica Internacional (ProMAI) do Centro Universitário Tiradentes – UNIT proporciona experiências internacionais para o desenvolvimento acadêmico, cultural e de idiomas para os estudantes. É uma oportunidade de os alunos estudarem por um semestre em universidades estrangeiras parceiras. Como resultado, o intercâmbio pode abrir portas para o mercado de trabalho. 

Os alunos Juliana Bispo e Charles Bartolomeu, do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS), e Arnold Alves, estudante de Psicologia, participaram do programa. Além de adquirirem conhecimentos e desenvolver habilidades importantes como flexibilidade cognitiva e networking global, obtiveram sucesso e espaço no mercado de trabalho ao retornarem para o Brasil.

Juliana Bispo 

Juliana iniciou a mobilidade acadêmica no primeiro semestre de 2025, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico do Porto, em Portugal, e descreve a experiência no exterior como a melhor e mais rica da sua vida. A estudante revela que o período que passou na Europa trouxe conhecimento cultural, amigos intercambistas de todos os lugares do mundo e um currículo de peso. “Lá eu cursei as disciplinas que consegui ter equivalência, fui a congressos acadêmicos, participei de uma competição de pitches, feiras de empregabilidade e me candidatei a programas de estágio de verão”, diz Juliana.

Antes de retornar, a jovem participou de um processo seletivo que acontecia no Brasil. “Tenho certeza de que chamava muito a atenção de todos eles o fato de eu não estar no Brasil, de estar fazendo um intercâmbio acadêmico”, diz ela, completando que acabou sendo escolhida para a vaga. Atualmente, Juliana trabalha como consultora e desenvolvedora em ServiceNow, plataforma de computação em nuvem baseada em inteligência artificial. A empresa é uma Big4, com sede em Londres e várias unidades espalhadas pelo mundo, incluindo Recife. “Eu não poderia estar mais feliz e tenho a certeza de que o intercâmbio no meu currículo foi essencial”, finaliza.

Charles Bartolomeu

Atualmente no 5º período da graduação em ADS, Charles estudou na Universidad de Boyacá, na Colômbia, durante seis meses, em 2025. Ao passar por essa vivência enriquecedora, tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal, ele teve a oportunidade de se inserir em uma nova cultura, ampliar sua visão de mundo e desenvolver maior autonomia e adaptabilidade. “Isso me trouxe uma visão mais global da área de tecnologia, além de maior maturidade, capacidade de resolução de problemas e comunicação intercultural”, diz o estudante. Para ele, o aprendizado de um novo idioma também foi um diferencial importante para a formação.

“Participei de diversas atividades acadêmicas e institucionais, incluindo trabalhos em grupo, apresentações e projetos práticos. Também representei o Brasil na feira de países promovida pela universidade”, revela Charles. Ao retornar ao Brasil, recebeu duas propostas de emprego, sendo uma delas para atuar em uma grande construtora, com atuação na Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca. Charles acredita que todas essas conquistas são resultado das experiências e do desenvolvimento ao longo de sua trajetória acadêmica.

Arnold Alves da Silva

Atualmente no 8º período do curso de Psicologia, Arnold realizou a mobilidade na mesma instituição que Charles, na Colômbia, entre agosto e dezembro de 2025. O estudante acredita que a experiência foi bastante proveitosa, acadêmica e pessoalmente.

Dentre as atividades em que o aluno participou, estavam incluídas a escuta, estudo de caso e simulação de atendimento psicológico. Também atuou em uma escola pública, com um projeto voltado para entender como as dinâmicas familiares das crianças influenciam seu comportamento no ambiente escolar.

“Durante o intercâmbio, enviei alguns currículos e fui aprovado e ao chegar no Brasil fui contratado”, diz Arnold sobre a vaga de emprego, na área de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, que conseguiu ao terminar o intercâmbio.

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