Formação acadêmica e mercado de trabalho estão diretamente interligados, sendo fundamentais as vivências no ambiente universitário para se destacar. As atividades de extensão são ferramentas de aprimoramento de currículo, influenciando não só o desenvolvimento acadêmico quanto a trajetória profissional do aluno. Através de ações extensionistas, as instituições de ensino superior têm a oportunidade de repensar o papel do currículo na formação integral do estudante, conectando teoria, prática e impacto social.
O que é uma atividade de extensão
Com duração média de alguns meses, a extensão universitária consiste em ações acadêmicas que conectam a instituição de ensino à comunidade externa. Deve compor 10% da carga horária da graduação e pode ser feita por meio de projetos, cursos, eventos e prestação de serviços. Esses programas têm o intuito de proporcionar uma experiência que aproxima o estudante de atividades práticas e discussões teóricas, contribuindo para destacar o aluno na profissão.
Principais impactos da extensão na carreira
As ações extensionistas trazem impactos positivos no mercado de trabalho, pois desenvolvem habilidades técnicas e socioemocionais dos estudantes que são valorizadas pelas empresas. Por meio dessas atividades, o aluno pode construir um networking, ter uma atualização profissional e enriquecer seu currículo, preparando-se para desafios complexos e aumentando a chance de empregabilidade. Mais do que uma exigência normativa, a extensão aproxima os alunos das realidades sociais e profissionais do país.
Em um contexto de constante transformação, problemas sociais se tornam mais complexos, e atividades de inovação e o desenvolvimento comunitário são cada vez mais necessárias para desenvolver profissionais habilidosos e proativos. Com a extensão, o estudante experimenta a interação em que o conhecimento é transferido e aplicado, ultrapassando o aprendizado teórico e contribuindo para o bem-estar social.