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Projetos de vida são encaminhados na Experiência Acadêmica Tiradentes

Modelo acadêmico do Grupo Tiradentes estimula alunos a definirem o seu futuro profissional, a partir do desenvolvimento de competências socioemocionais

às 23h18
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“O que você vai ser quando crescer?”. Uma pergunta que muito se ouve na infância, mas cuja resposta concreta costuma vir mais tarde, em meio a decisão de entrar na faculdade ou universidade. Tomar essa decisão envolve uma série de questões e de preparações, que se forem sólidas, ajudam a tornar esse caminho profissional mais seguro, mesmo entre desafios. Esta é a proposta do Grupo Tiradentes, ao adotar em suas unidades a Experiência Acadêmica Tiradentes, um modelo acadêmico que se dispõe a acompanhar o aluno nesta caminhada, do início do curso à formatura, valorizando seus aspectos e competências pessoais e profissionais. 

Uma das etapas mais importantes dessa formação, dentro da Experiência Acadêmica, é a qualificação e o encaminhamento para o mercado de trabalho, o que é proporcionado pelo núcleo Tiradentes Carreiras, responsável pela empregabilidade em todas as unidades de ensino do Grupo em Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Mesmo antes do estágio curricular, o Carreiras oferece ao estudante uma série de cursos, avaliações e formações, que além de treinar o aluno para as funções profissionais, permite que ele trabalhe o desenvolvimento das chamadas soft skills, que são habilidades pessoais e socioemocionais de comportamento.

Essas competências vêm sendo muito valorizadas e requisitadas no mercado atual, por agregarem valor às habilidades profissionais e auxiliarem no desempenho das tarefas demandadas e na qualidade dos resultados entregues. Entre as principais, estão a comunicação, a empatia, o marketing pessoal, o desenvolvimento de networking (redes de contatos), a liderança e iniciativa, o protagonismo e a capacidade de solucionar problemas complexos. “Nós acompanhamos o aluno ao longo do processo acadêmico, através das chamadas trilhas do conhecimento, onde procuramos auxiliar o aluno a se capacitar nessas competências socioemocionais ajudam a pessoa a se conhecer, melhorar sua performance e alcançar os seus objetivos de vida”, ressalta a gerente do Tiradentes Carreiras, Janaína Machado. 

As “trilhas” estão em uma plataforma interativa, com horários flexíveis, atendimentos, lives, conteúdos de texto e vídeo, dinâmicas, simulações e desafios. Elas são desenvolvidas junto aos alunos a cada semestre e podem ser moldadas conforme o diagnóstico pessoal e individual do estudante. Esse diagnóstico é feito e acompanhado por um time de tutores, mentores, psicólogos, analistas de carreira e os próprios professores, aqui atuantes como uma peça fundamental no trabalho de motivar e preparar o discente. 

A partir desse diagnóstico e do trabalho feito pelo professor, o Tiradentes Carreiras entra com esse apoio, além de estreitar contatos com os núcleos de Recursos Humanos das empresas, ter consigo um banco de currículos e perfis de estudantes e egressos, que são selecionados e encaminhados às seleções e vagas de emprego e estágio. 

Projeto de vida

Além de aprender, assimilar e praticar tudo que o fará um profissional de excelência, o universitário que adere à Experiência Acadêmica Tiradentes é ainda estimulado a refletir, definir e acompanhar, ao longo de todo o curso, o próprio projeto de vida, através do qual ele não apenas define metas para a carreira e para o futuro, mas também traçam planos e maneiras pelas quais estas metas serão alcançadas. “Todos nós precisamos traçar gols para nossas vidas, objetivos para o atingimento desses gols, ir atrás desses objetivos e avaliarmos constantemente se nós estamos na direção correta”, compara a professora Paloma Modesto, diretora de qualidade acadêmica do Grupo Tiradentes. 

Uma das jogadas que ajudam a criar os melhores lances na partida da vida acadêmica é o Programa Institucional de Gestão da Aprendizagem, que identifica e avalia, ao longo do curso, as capacidades cognitivas e socioemocionais do estudante, oferecendo a ele as informações e reflexões que o ajudem a tomar as melhores decisões. Este acompanhamento é feito também pelos professores, equipes de apoio e estruturas já existentes em cada unidade, como os Napps (Núcleo de Apoio Psicossocial) e o Projeto Mentoria, no qual veteranos acompanham e orientam os calouros que chegam aos campi. 

O treinamento e a qualificação dos professores também são parte importante desse processo de formação, com a atuação dos Núcleos de Desenvolvimento Docente (NDDs), formados por professores que multiplicam entre os colegas os conhecimentos que contribuam para melhorar o aprendizado do estudante. Isso tem reforçado a orientação para que o docente não apenas repasse o conteúdo, mas proponha e adote estratégias e metodologias no trabalho com os alunos. 

“O professor é protagonista desse modelo, ao lado do estudante, mas não é só isso. Ele é um estrategista, planeja as suas estratégias de ensino. E as instituições do grupo estão municiadas de tecnologia e modelos de gestão que dão ao professor esse conforto de não ter que fazer isso sozinho, mas com todo um background, uma retaguarda que o apoia, diz a diretora, ressaltando que o foco da atuação do professor passa a não ficar apenas no conteúdo, mas principalmente na aprendizagem. 

Asscom | Grupo Tiradentes 

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