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Mudanças climáticas e impactos ambientais são temas de debate

As causas e os impactos das mudanças ambientais têm sido um tema que tem mobilizado a comunidade científica internacional e gerado enorme interesse na mídia

às 18h33
A UNIT promoveu na última semana, uma mesa redonda sobre as alterações climáticas e os impactos que o meio ambiente vem sofrendo nas últimas décadas
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As causas e os impactos das mudanças ambientais globais têm sido um tema que tem mobilizado a comunidade científica internacional e gerado enorme interesse na mídia e na sociedade como um todo.

Por conta disso, a Faculdade Integrada de Pernambuco – UNIT promoveu na última semana, uma mesa redonda sobre as alterações climáticas e os impactos que o meio ambiente vem sofrendo nas últimas décadas.

A iniciativa fez parte do programa Conduta Consciente – bandeira ambiental do Grupo Tiradentes, sob a organização de Othon Donato e Renata Santos, contando com a participação dos professores Rita Patrícia, Edgard Leonardo, e do engenheiro de energia, João Costa, além do coord. da Copex, prof. Pedro Paulo Procópio que atuou como mediador da mesa.

Segundo os debatedores, dentre as causas do aquecimento global que impactam diretamente no meio ambiente, destacam-se: o aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera e o desmatamento e a queimada de florestas e matas.

Por conta dessa desenfreada busca por recursos, o Brasil já passa atualmente por cinco grandes mudanças ambientais, como: crise hídrica e energética, perda da capacidade de absorção do CO2 pela Floresta Amazônica, mudança no ciclo das chuvas que altera a agricultura, aumento do nível do mar e a elevação das temperaturas.

Um dos exemplos do desequilíbrio ambiental que ocorre hoje, foram as chuvas torrenciais que caíram no Recife no mês de maio.

Entre os dias 8 e 10, o Grande Recife registrou a pior chuva dos últimos 30 anos. A grande quantidade de água que caiu, no entanto, não representará benefícios diretos para o cidadão. Em pelo menos 37% das residências na Região Metropolitana chegam a ficar três dias sem água na torneira e isso não deverá mudar a curto prazo.

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