Estudantes do 2º ao 5º período dos cursos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) e de Ciência da Computação do Centro Universitário Tiradentes – UNIT receberam uma visita do coordenador da Residência nas empresas do Porto Digital, Victor Sotero. O encontro aconteceu no dia 25 de fevereiro e marcou o início do processo da Residência Tecnológica 2026.1, representando mais um passo estratégico na formação prática e inovadora dos futuros profissionais de tecnologia.
O objetivo da visita foi apresentar as diretrizes e etapas do programa do Porto Digital, que é voltado para a formação profissional em tecnologia, através da imersão prática em desafios reais de empresas parceiras. “Durante o encontro, Victor detalhou todo o fluxo do processo, desde a trilha de capacitação inicial até a imersão no ambiente de inovação do Porto Digital. Ele explicou ainda como os alunos serão preparados para atuar em projetos reais, com foco em metodologias ágeis, cultura de startup e desenvolvimento prático, alinhando as expectativas do mercado com o que será vivenciado durante o programa”, explica o coordenador dos cursos de Tecnologia da UNIT, Prof. M.e. Arlindo Correia.
Sobre a Residência
Ao longo de um semestre, os estudantes que participam da Residência Tecnológica do Porto Digital passam por experiências próximas à rotina do mercado de tecnologia. Segundo Arlindo, funciona como uma espécie de internato. “O aluno tem a oportunidade de vivenciar o ecossistema do Porto Digital de forma prática, aplicando os conhecimentos que já vem adquirindo no seu curso”, detalha. Durante o programa, os participantes desenvolvem soluções para problemas reais, em uma das mais de 100 empresas parceiras.
Além de favorecer a empregabilidade, a experiência aproxima a teoria da prática, em alinhamento com a Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP), metodologia utilizada pela UNIT. “O aluno consegue aplicar a teoria em situações reais, o que consolida o aprendizado e dá um novo significado às disciplinas do curso. Para a vida profissional, o ganho é ainda mais estratégico. Eles saem da residência com um portfólio robusto, com cases reais para apresentar em entrevistas de emprego”, afirma Arlindo.
“Além disso, desenvolvem soft skills essenciais, como trabalho em equipe, comunicação e pensamento crítico, e constroem um networking valioso dentro de um dos maiores polos de inovação do país. Muitos acabam sendo contratados pelas empresas onde atuam durante a Residência, ou saem com um diferencial competitivo enorme para o mercado”, complementa.