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UNIT recebe palestra sobre sustentabilidade, ciência e mercado de trabalho

No dia 3 de março, pesquisadores brasileiros e portugueses vão discutir a importância da educação e das profissões para as demandas socioambientais

às 15h40
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A discussão sobre sustentabilidade e ciência vem permeando diversos setores da sociedade, incluindo o mercado de trabalho e a educação. Tendo isso em foco, o Centro Universitário Tiradentes – UNIT vai realizar, no dia 3 de março, a palestra “Sustentabilidade, Ciência e Profissões: o papel de cada área na Agenda 2030”. Com especialistas do Brasil e de Portugal, o encontro acontece às 19h e propõe uma reflexão interdisciplinar sobre como a ciência, a inovação e a ética profissional contribuem para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os interessados podem se inscrever por meio do link.

Aberta à comunidade acadêmica, a palestra pretende estimular o pensamento crítico sobre o papel das diferentes áreas profissionais na construção de soluções sustentáveis, evidenciando a importância da integração entre conhecimento científico, responsabilidade social e inovação para o cumprimento da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Ao receber a palestra, a UNIT reforça seu compromisso com a formação cidadã e com uma educação que não fecha os olhos para o mundo. Assim, a instituição reafirma que seus alunos estão sendo preparados por quem produz ciência de verdade, com debates alinhados às demandas globais contemporâneas.

Encontro de pesquisadores

O evento vai contar com a participação do pesquisador português António Rochette, da Universidade de Coimbra. Ele é doutor em Geografia e investigador integrado do Centro de Estudos Interdisciplinares da instituição portuguesa (CEIS20–IIIUC). Com atuação interdisciplinar, Rochette desenvolve pesquisas em urbanismo sustentável, condicionantes biofísicas do território, microclimatologia urbana e políticas públicas, além de integrar projetos nacionais e europeus.

A mediação da palestra será conduzida pelo pesquisador Neferson Barbosa, doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestre pelo PPGEdumatec/UFPE, bolsista da Capes, é autor do livro “Metodologias Ativas na Educação On-line: uma análise a partir das Coreografias Didáticas na Educação Superior” e pesquisador do grupo ReaDS – Open, Flexible and Sustainable Learning. Atualmente, atua como chefe do Setor de Educação Digital da Escola de Saúde do Recife (SESAU).

Ciência, sustentabilidade e mercado de trabalho

Neferson explica que a palestra vai discutir como os desafios socioambientais contemporâneos impactam a formação acadêmica e o exercício profissional em diferentes áreas do conhecimento. “Serão abordados temas como a integração entre ciência e desenvolvimento sustentável, a responsabilidade socioambiental das profissões, a inovação orientada pelos ODS e o papel das instituições de ensino na formação de profissionais comprometidos com soluções éticas, tecnológicas e socialmente responsáveis”, pontua.

Para ele, discutir sustentabilidade hoje não é uma tendência, mas uma necessidade estratégica de alinhamento entre ciência, mercado de trabalho e compromisso social. “Manter esse debate vivo no ambiente acadêmico é fundamental, porque é na universidade que se formam não apenas técnicos e especialistas, mas cidadãos críticos, capazes de compreender a complexidade dos problemas globais e atuar de maneira interdisciplinar”, diz Neferson.

No mesmo sentido, Mário Gouveia, coordenador de Pesquisa e Extensão da UNIT, considera que esse debate é uma necessidade urgente, pois “vivemos em uma era em que a competência técnica isolada do impacto socioambiental,perdeu totalmente a sua validade”. “A ciência nos oferece os dados e indica as soluções; a sustentabilidade nos dá o norte ético e os limites planetários; e as profissões são o braço executor que transforma esse conhecimento em realidade. Integrar esses pilares à luz da educação representa formar profissionais que não apenas ocupam cargos, mas que lideram a transição para uma economia regenerativa e justa”, complementa.

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