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Como participar de editais de pesquisa

Editais são lançados periodicamente por agências de fomento e abrem chances para o financiamento de pesquisas

às 14h02
Os principais editais de financiamento de pesquisas são lançados por agências públicas, que mantêm parcerias com instituições nacionais e estrangeiras (Reprodução/Confap)
Os principais editais de financiamento de pesquisas são lançados por agências públicas, que mantêm parcerias com instituições nacionais e estrangeiras (Reprodução/Confap)
Aspecto de um dos laboratórios do ITP, o instituto de pesquisas ligado ao Grupo Tiradentes (Divulgação/ITP)
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Um passo importante para garantir o desenvolvimento de uma pesquisa científica é participar em editais ou chamadas públicas de pesquisa científica, expedidos por fundações e institutos de fomento à pesquisa e inovação tecnológica. Eles são lançados periodicamente e atendem às mais variadas demandas, sejam elas de repercussão geral ou atendendo a objetivos mais específicos. Os mais comuns são os programas institucionais de Bolsas de Iniciação Científica, como o Pibic, voltados para alunos de graduação, mas os programas também financiam pesquisas de pós-graduação, tocadas por alunos e programas de mestrado e doutorado. 

Em geral, os editais de pesquisa e inovação exigem a apresentação de um projeto de pesquisa redigido dentro das normas e contendo todos os detalhes da pesquisa, incluindo o que será estudado e qual o objetivo do estudo. Esse projeto deve ser redigido pelo próprio pesquisador, que deverá já ter concluído alguma graduação e ser vinculado a algum programa de pós-graduação (aluno de mestrado ou doutorado), ou instituto de pesquisa (no caso do Grupo Tiradentes, o Instituto de Tecnologia e Pesquisa – ITP). 

Com o projeto de pesquisa pronto, ele deve ser apresentado junto com os documentos comprobatórios exigidos em cada edital, além do pagamento das taxas cobradas (caso haja) e dentro do prazo estabelecido. Essa entrega é a chamada submissão dos projetos de pesquisa, a partir da qual ela passa a ser analisada por uma comissão de técnicos e cientistas da instituição que lançou o edital. Em geral, eles julgam a relevância, a necessidade e a viabilidade de cada proposta, e se ela se enquadra dentro do tema proposto no edital. 

Em caso positivo, o projeto é aceito e a bolsa de financiamento, assim como acontece nos programas de iniciação científica, é concedida por um prazo determinado, dentro do qual a pesquisa deve ser desenvolvida e o resultado devidamente apresentado, por meio de publicação de artigo em uma revista científica certificada.

Os principais editais de pesquisa e inovação no Brasil são promovidos anualmente por três agências de fomento ligadas ao governo federal: o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Além delas, existe a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social pública voltada para o setor de inovação tecnológica. Elas financiam pesquisas por meio de recursos públicos, oriundos de verbas e fundos de desenvolvimento, mas também podem ser viabilizadas por  parcerias com empresas e instituições privadas ou mesmo estrangeiras. Os editais públicos de pesquisa são divulgados em seus sites oficiais.

Isso também acontece com as fundações estaduais de amparo à pesquisa, conhecidas como ‘Faps’, mantidas pelos governos estaduais. A mais antiga delas é a de São Paulo (Fapesp), que existe desde 1962. Nos estados de atuação do Grupo Tiradentes, elas são a Fapitec, em Sergipe; a Fapeal, em Alagoas; e a Facepe, em Pernambuco. Elas igualmente lançam editais todos os anos, com linhas de pesquisa geralmente voltadas para demandas e realidades de cada região. É possível consultar os editais em seus sites oficiais e também no Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), entidade que reúne todas as 27 fundações estaduais de pesquisa do país e também mantém parcerias com instituições e agências de fomento federais e internacionais. 

Programas

O Grupo Tiradentes mantém hoje, em suas unidades de Sergipe e Alagoas, seis Programas de Pós-graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado), sendo cinco próprios e um em rede, nas áreas de Direito, Educação, Saúde e Ambiente, Engenharia de Processos, Biotecnologia Industrial, e Sociedade, Tecnologias e Politicas Públicas. Desses programas, cinco são recomendados pela Capes com o conceito 5 e um deles possui o conceito 4, também, que representa igualmente um desempenho muito bom, com destaque no cenário regional. E todas elas possuem suas linhas de pesquisas, através das quais os alunos de mestrado e doutorado também podem desenvolver projetos aptos a concorrer nos editais de pesquisa. 

Ascom | Grupo Tiradentes

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