MENU

Como o excesso do celular afeta a nossa saúde

Até que ponto é saudável ficar conectado no celular o dia inteiro?

às 18h19
Compartilhe:

Nos dias atuais, a utilização de meios de comunicação instantânea se tornou  imprescindível na rotina. Seja para trabalhar, estudar, fazer pesquisas ou para o entretenimento, os smartphones e as redes sociais já fazem parte da nossa vida e pensar em viver sem eles pode até parecer loucura mas, será que é mesmo? Até que ponto é saudável ficar conectado no celular o dia inteiro?

Um estudo realizado através de uma parceria entre a Hoopsuite e a We Are Social mostrou que os brasileiros passam, em média, 9 horas e 29 minutos por dia conectados à internet. A princípio, utilizar o celular pode parecer inofensivo, mas ele pode ser responsável por problemas de saúde a curto e longo prazo, como a nomofobia – o medo de ficar sem utilizar o celular. 

Problemas – Os usuários podem desenvolver fobias sociais, depressão e ansiedade pois se tornam dependentes do mundo virtual – reféns de seguidores, curtidas, comentários e compartilhamentos – e se desprendem do real. Outro problema causado pelo excesso do uso do celular é a insônia. Quando ele é utilizado perto da hora de dormir, a luz azul emitida pela tela diminui a melatonina, hormônio que determina o ritmo do sono, juntamente com o som fazem com que o corpo fique em estado de alerta e não consiga descansar completamente. A visão também é afetada pelo excesso das telas. A claridade por longos períodos de tempo e a necessidade de forçar a visão para ler textos com letras muito pequenas podem causar ressecamento ocular e dores de cabeça. Os movimentos repetitivos com as mãos podem causar tendinite, além da falta de postura na hora de utilizar o aparelho que pode ocasionar dores na coluna e pescoço. Além disso, as pessoas podem ter oscilações no humor de acordo com a qualidade da conexão – podem ficar raivosas, tristes e estressadas. A preocupação constante com o celular também afeta o foco e a concentração, consequentemente diminuindo a produtividade e aumentando a insegurança. 

Compartilhe: