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Aluna do curso de ADS vive o sonho do intercâmbio na Colômbia

Entre códigos e novas culturas, Adyla Oliveira compartilha como a mobilidade acadêmica está transformando sua visão pessoal e profissional

às 15h42
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Adyla Oliveira, aluna do 5º período do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) do Centro Universitário Tiradentes – UNIT, embarcou em janeiro para a Colômbia. Há pouco mais de um mês, iniciou uma nova fase de sua jornada acadêmica graças ao Programa de Mobilidade Acadêmica Internacional (ProMAI). Com um desejo antigo de estudar no exterior, a aluna esteve motivada a explorar a residência e o mestrado desde o início da sua graduação. Atualmente, já em terras colombianas, Adyla está estudando na Universidad Santo Tomás Tunja, onde irá passar todo o semestre. 

Experiência e rotina 

A intercambista define essa vivência como incrível e enriquecedora, principalmente pelas diferenças culturais e climáticas e a assistência oferecida pelas duas instituições. “Analisando muitos pontos de todas as faculdades daqui, acredito que fiquei na melhor”, diz Adyla sobre a Santo Tomás. Ela reforça a qualidade da estrutura de ensino e o excelente suporte que a universidade proporciona. “Parece que eu estou naqueles filmes que assistíamos na televisão quando éramos crianças”, completa a jovem. 

Mesmo com a rotina puxada, Adyla consegue encontrar momentos de lazer e aproveita para conhecer mais a cidade que a abriga. Graças a seus anfitriões, pôde conhecer também outras cidades próximas a Tunja e a admirar a arquitetura das casas, das igrejas e notar as diferenças com o Brasil, em cada particularidade. 

Diferenças culturais

Dentre as principais diferenças, a estudante aponta o clima frio, muito diferente do que estava acostumada, vivendo em Recife. Além disso, a cultura maior sobre o uso do dinheiro físico, que acabou sendo um choque cultural, devido à popularização dos pagamentos virtuais no Brasil. A comida também chamou a atenção de Adyla: mesmo sendo feita com os mesmos ingredientes do Brasil, são em sua maioria com pouco tempero, pouco sal ou pouco açúcar. “Vamos nos adaptando aos poucos, tendo em vista que é normal um ‘choque’ em alguns aspectos”, explica a aluna.

Expectativa futuras 

Para Adyla, o conhecimento acadêmico e cultural aprendido no intercâmbio não pode ser separado da sua trajetória a partir de hoje.“Acredito que não tem como segregar a experiência vivida. As amizades que estamos cultivando academicamente com colombianos e intercambistas, as experiências vividas em cada detalhe, a oportunidade de praticar uma língua que tive que estudar sozinha, por não ter condições financeiras de pagar cursinhos, e saber que valeu a pena todo o esforço”, define a aluna.

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