Um dos pilares da educação superior no Brasil, a iniciação científica busca despertar a vocação científica e tecnológica dos estudantes, além de oferecer a oportunidade de complementar o ensino da graduação. Através dos programas de pesquisa, são desenvolvidos trabalhos e artigos por alunos, com orientação de professores.
A iniciação científica é um importante meio de inspiração para futuros cientistas e pesquisadores, introduzindo-os ao ambiente acadêmico-científico e oportunizando o desenvolvimento de habilidades de pesquisa, análise crítica, comunicação científica e resolução de problemas.
Eixos e linhas de pesquisa
De acordo com Mário Gouveia, coordenador de Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Tiradentes (Unit-PE) — localizado na Imbiribeira, ao lado do Geraldão —, os projetos de pesquisa devem estar voltados aos eixos e linhas de pesquisa previstas no Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Unit-PE. “O primeiro eixo relaciona Inclusão, Saúde e Cidadania e o segundo, Empreendedorismo e Tecnologia”, aponta.
“Dentro desses eixos, são delineadas linhas de pesquisa específicas, como Inclusão Digital, Política de Acessibilidade e Mobilidade, Política de Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais, Saúde, Humanização e Bem-Estar, além da Produção de Protótipos, Cadastro de Patentes e Qualificação Empreendedora”, detalha.
Tema de impacto social
Mário afirma ainda que a escolha dos temas é feita para garantir que o projeto seja relevante e contribua tanto para o desenvolvimento acadêmico do aluno quanto para a produção de conhecimento que impacte positivamente a comunidade. “A escolha dos temas é feita mediante o alinhamento de interesses individuais dos estudantes com as demandas da sociedade e as áreas de expertise dos orientadores. Portanto, os alunos devem estar atentos às orientações específicas de cada edital e buscar alinhar seus projetos às diretrizes vigentes”, explica.